Comemorando 100 anos de presença no país, a IBM Brasil criou, em parceria com a Pinacoteca de São Paulo, o projeto A Voz da Arte.

Esta inovadora iniciativa estará aberta ao público de 5 de Abril e ficará disponível até 5 de Junho de 2017, na Pinacoteca de São Paulo (Praça da Luz, 2) de quarta a segunda, entre 10h e 17h.

Trabalhando com o Watson

Educadores e curadores da Pinacoteca de São Paulo fizeram a seleção de algumas obras do acervo do museu, e trabalharam junto com o Watson para ensiná-lo sobre, seus autores, contexto histórico, relação com o cotidiano e outras curiosidades.

Buscando inspiração na cultura

Para criar uma relação mais humana, que aproxime as pessoas da tecnologia e da arte, buscamos inspiração no cotidiano do museu e coletamos milhares de perguntas e dúvidas que os visitantes da Pina possuíam sobre as obras. Partindo desse rico conteúdo, utilizamos as API’s de entendimento de linguagem natural e sistema de voz disponíveis no IBM Bluemix em conjunto com as capacidades cognitivas de aprendizado do Watson e criamos uma experiência simples, intuitiva e acessível.

Como funciona

Na chegada à Pinacoteca, os visitantes receberão um dispositivo com o aplicativo A Voz da Arte. Ao andar pelo museu, o público receberá notificações sobre a proximidade de obras interativas e serão estimulados a fazer perguntas para a obra que estiver mais próxima. Toda a interação é realizada por áudio e voz em português. Deficientes auditivos também podem participar da experiência por meio de conversa escrita.

Matéria publicada no Fantástico / Rede Globo

Museu high-tech: crianças falam com obras de arte na Pinacoteca de SP.

TarsilaClique na imagem acima para assistir a matéria do Fantástico.

Todas as perguntas feitas a respeito dos quadros e das esculturas do museu paulista têm resposta graças à tecnologia da computação cognitiva.

Na Pinacoteca de SP, as crianças vão poder conversar com as obras de arte expostas por lá. Todas as perguntas feitas a respeito dos quadros e das esculturas do museu paulista têm resposta, graças a uma tecnologia chamada computação cognitiva. Entenda como isso funciona na reportagem do Fantástico.