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Reunindo 1.473 peças de artistas como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari e Guignard, a coletânea amealhada entre 1939 e 1989 serviu de base para a exposição “Modernos 10”, que inaugura o centro cultural Casa Roberto Marinho, no bairro do Cosme Velho, zona sul.
“Era uma lacuna, não havia espaços públicos com o modernismo permanentemente exposto”, diz o arquiteto e antropólogo Lauro Cavalcanti, 64, diretor-executivo da instituição.
Para a abertura, ele selecionou 124 obras de dez artistas fundamentais do movimento – além dos já citados, estão Lasar Segall, José Pancetti, Ismael Nery, Djanira, Milton Dacosta e Burle Marx.
Entre as telas, Cavalcanti destaca “O Touro” (1925), de Tarsila, que estava na lista de obras que o Museu de Arte Moderna de Nova York almejava para sua mostra dedicada à pintora, em cartaz.

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Também chamam a atenção quadros ligados mais diretamente ao patrono da casa, como “Boneco” (1939), de Pancetti – o preferido de Marinho – e um retrato de Stella Goulart, sua primeira mulher e mãe de seus quatro filhos, pintado em 1959 por Candido Portinari.

 

Confira a matéria completa publicada originalmente em Folha de Londrina.